Preços de hortifrutigranjeiros sobem 4,88% em setembro

Dado é da Ceagesp; alta foi influenciada pela estiagem prolongada

Redação*

00729Os preços dos produtos hortifrutigranjeiros comercializados pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) subiram, em média, 4,88% em setembro. Esta foi a segunda maior alta do ano, influenciada pela estiagem prolongada, que afetou principalmente as frutas. Até agora, o maior aumento este ano tinha sido registrado em fevereiro (5,78%), quando as cotações sofreram o impacto do excesso de chuva nas lavouras.

Apesar da alta de setembro, no acumulado do ano, o índice ainda aponta leve recuo, de 0,76% em relação ao mesmo período de 2016. Já nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 0,11%.

De acordo com a Ceagesp, os preços das frutas aumentaram, em média, 7,9%, com destaque para a carambola (57,6%), o kiwi estrangeiro (55,5%), o mamão formosa (49,5%), o limão taiti (37,5%), o maracujá azedo (31,5%) e o maracujá doce (21,8%).

Também foi registrada alta no setor de pescados (6,1%). Os legumes apresentaram queda de 1,11%, as verduras de 5,09% e no setor de diversos, que inclui cebola, alho e batata comum, entre outros.

*Com informações da Agência Brasil

 

PIB do Agronegócio tem alta de 2,71%, de janeiro a julho

De acordo com a CNA e o Cepea, todos os elos tiveram alta, com destaque para o setor primário

Redação*

Assunto Principal: Colheita mecanizada de soja  Local: Bela Vista do Paraiso - PR  Data: 02/2015  Autor: Ernesto Reghran

Foto: Ernesto Reghran

De janeiro a julho de 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro aumulou alta de 2,71% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o último boletim divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Em julho, o setor teve expansão de 0,13%. O segmento com melhor desempenho no ano é o básico, com alta de 3,96%, seguido por serviços (2,57%), insumos (2,4%) e indústria (1,65%).

Segundo o documento, o resultado foi puxado principalmente pela cadeia produtiva agrícola. Embora o segmento tenha apresentado queda de 0,04% em julho, o desempenho no ano é positivo, com crescimento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2015.

Todos os elos na agricultura tiveram alta até julho, com destaque para o setor primário (6,52%), em razão da alta de preços e da expectativa de maior faturamento em culturas como soja, milho, cana-de-açúcar, café, trigo, cebola, cacau, banana, batata, laranja e mandioca.

Serviços, insumos e indústria tiveram variação de 3,61%, 2,64% e 0,07%, respectivamente. Já a pecuária variou 0,52% em julho e registra expansão de 0,76% no acumulado deste ano.

Insumos aparecem na dianteira, com crescimento de 2,07%, reflexo do bom desempenho da indústria de rações.

Para conferir o relatório na íntegra, clique aqui.

*Com informações da CNA