Ribeirão Preto/SP recebe simpósio sobre melhoramento genético e biotecnologia na cana-de-açúcar

Inscrições são gratuitas, porém limitadas a 350 participantes

canavial-ed-300x246Com o objetivo de reunir instituições públicas e privadas que representem setores de pesquisa, produção e de políticas públicas para o setor sucroenergético e em áreas afins, a Embrapa em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Stab e Ridesa Brasil, realizam em 15 de março, em Ribeirão Preto/SP, o Simpósio Integração da Pesquisa Pública com Cana-de-Açúcar no Brasil.

Dividido em quatro painéis, o evento discutirá temas como a situação atual do setor sucroenergético e perspectivas; novas tecnologias para a cana-de-açúcar; sistemas de produção atual e melhoramento genético.

As inscrições são gratuitas. No entanto, o número de participantes é limitado a 350.

Para conferir programação completa, e se inscrever, acesse https://www.embrapa.br/simposio-cana

Serviço

O quê? Simpósio Integração da Pesquisa Pública com Cana-de-Açúcar no Brasil

Onde? Centro de Convenções do IAC | Ribeirão Preto/SP

Quando? 15 de março, das 9h às 20h

 

 

 

 

Setor sucroenergético é tema de Simpósio em Ribeirão Preto/SP

Ao todo, são 350 vagas

cana-300x174Em 15 de março, Ribeirão Preto/SP receberá o Simpósio Integração da Pesquisa Pública com cana-de-açúcar no Brasil. Com o objetivo de reunir instituições públicas e privadas para discutir novas tecnologias, tendências e desafios para o setor sucroenergético, o evento contará com quatro painéis, que abordarão como tema o RenovaBio; mudanças macrosetoriais e de política pública; oportunidades no mercado interno e internacional, além de perspectivas para os próximos anos.

Entre os palestrantes, nomes como Elizabeth Farina, presidente da Unica, Plínio Nastari, presidente da Datagro; do engenheiro agrônomo e professor Marcos Fava Neves e do ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

As inscrições são gratuitas. Porém, as vagas são limitadas a 350 participantes. Para se inscrever, clique aqui.

Serviço

O quê? Simpósio Integração da Pesquisa Pública com cana-de-açúcar no Brasil

Onde? Instituto Agronômico de Campinas (IAC) | Av. Barão de Itapura, 1481 – Jardim Guanabara, Campinas/SP

Quando? 15 de março

*Com informações da assessoria da Embrapa

 

Produção brasileira de cana-de-açúcar deve cair nesta safra

Volume de 646,34 milhões de toneladas, estimado pela Conab, é 1,7% inferior ao da temporada passada

Redação*

Canavial-Ed-300x246Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou números do 2º levantamento da safra 2017/2018 de cana-de-açúcar. De acordo com a Companhia, a safra atual deve ser de 646,34 milhões de toneladas. O volume representa uma queda de 1,7% comparada às 657,18 milhões da temporada passada.

A área colhida apresenta uma redução de 3,1%, passando de 9,05 milhões para 8,77 milhões de hectares. A queda deve-se à desistência e à devolução de áreas de fornecedores distantes das unidades de produção, principalmente aquelas em que há dificuldade de mecanização.

De acordo com a Conab, o recuo na produção só não é maior graças ao aumento de 1,5% na produtividade, que deve passar das 72,62 toneladas por hectare da safra anterior para 73,73 toneladas por hectare.

A prioridade continua sendo a produção de açúcar, que deve atingir 39,39 milhões de toneladas, aumento de 1,8% em relação à safra anterior, de 38,69 milhões de toneladas. Com esta tendência, a produção de etanol registra redução de 6,1%, passando de 27,81 para 26,12 milhões de toneladas.

A queda ocorre apenas no etanol hidratado, aquele que vai direto para as bombas de combustível. O anidro tem mercado garantido na mistura com a gasolina e não apresenta variações na produção. Enquanto o hidratado cai 10,2% e sai de 16,73 para 15,02 bilhões de litros, o anidro sobre de 11,07 para 11,09 bilhões de litros, com aumento de 0,2%.

O levantamento também divulgou o percentual de colheita mecanizada no país – a estimativa desta safra é de que 90,2% da área de colheita adote a tecnologia. Na Região Centro-Sul, o percentual é de 95,6%, enquanto que no Norte-Nordeste é de apenas 23,2%, devido à dificuldade de atuação mecânica num relevo mais acidentado.

Os dados deste segundo levantamento da Conab foram coletados no período de 30 de julho a 12 de agosto.

*Com informações do Mapa