De janeiro a outubro, exportações aos árabes crescem 22%

Em receita, vendas somaram US$ 11,4 bilhões

Redação*

frigorifico_inspecao-halal_fambrasAs exportações brasileiras aos países árabes somaram US$ 11,4 bilhões entre janeiro e outubro, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O resultado representa um aumento de 22,31% em relação ao mesmo período de 2016. Em volume, os embarques somaram 29,4 milhões de toneladas, alta de 18,92% na mesma comparação. Açúcar (34,4% do total de receitas), carne de frango (19,7%), minérios (8,4%), carne bovina (7,2%) e milho (5,5%) lideraram a pauta de exportações no período.

A Câmara Árabe-Brasileira espera fechar 2017 com incremento de pelo menos 15% nas vendas externas. O prognóstico é sustentado pelo avanço do preço médio embarcado, que de janeiro a outubro de 2017 foi de US$ 32,6 mil/ton, contra US$ 31,7 mil/ton no mesmo período de 2016.

Segundo a instituição, outros fatores também devem ser considerados, como o aumento das receitas dos principais produtos da pauta em maior proporção que o volume embarcado. De janeiro a outubro, as exportações de minério de ferro cresceram 71,1% em receita e 21,2% em volume na comparação com o mesmo período de 2016. As de açúcar, 41,8% e 22%, respectivamente. Frango, 6,1% e -0,6%. Esses aumentos são creditados tanto à expansão da demanda em compradores tradicionais e emergentes, caso do Egito (que comprou 31,7% mais do Brasil no período), da Argélia (18,6%) e do Iraque (71,8%), como também à recuperação das commodities.

Em relação à carne bovina, o recuo foi mínimo, de 2,9% em relação a janeiro-outubro de 2016, totalizando o montante de US$ 828,1 milhões.

*Com informações da assessoria da Câmara Árabe-Brasileira

Exportações do agronegócio crescem 23,7% em setembro

Embarques brasileiros somaram US$ 8,56 bilhões

Redação*

soja exportação_DivulgaçãoAgência de Notícias do ParanáDe acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Agricultura (Mapa), as exportações brasileiras do agronegócio aumentaram 23,7% em setembro em relação ao mesmo mês de 2016. Os embarques somaram US$ 8,56 bilhões, ante US$ 6,92 bilhões de setembro do ano passado. Com importações de US$ 1,14 bilhão, o setor teve superávit de US$ 7,42 bilhões. O agro representou 45,8% das exportações totais brasileiras no mês passado.

O crescimento de US$ 1,64 bilhão nas vendas externas foi puxado pelo complexo soja (US$ 938,74 milhões), cereais, farinhas e preparações (US$ 436,17 milhões), produtos florestais (US$ 158,72 milhões), fibras e produtos têxteis (US$ 55,50 milhões) e carnes (US$ 42,50 milhões).

As vendas externas do complexo soja, de carnes, do setor sucroalcooleiro, de produtos florestais e de cereais, farinhas e preparações totalizaram US$ 6,76 bilhões.

A Ásia se manteve como principal região de destino das exportações do agro brasileiro, com US$ 3,83 bilhões. Em função do aumento das vendas de soja em grãos do Brasil houve aumento de 40,6% em exportações para a região, de modo que sua participação aumentou para 44,8% do total.

Entre os países, o principal importador do agro brasileiro é a China. A soja em grãos contribui para a manutenção daquele mercado como principal destino do agronegócio do Brasil, com US$ 1,85 bilhão em aquisições, dos quais US$ 1,31 bilhão foi apenas para a soja. Tal valor representou crescimento de 272,1%, de modo que a participação chinesa passou de 12,2% para 21,6% no período.

*Com informações do Mapa

Exportações de carne suína tem aumento de 17,6% nos nove primeiros meses deste ano

Foram embarcadas 530,8 mil toneladas que totalizaram US$ 1,248 bilhão em receita

Redação*

porcos-morguefile-300x221De acordo com boletim divulgado na última quarta-feira (11) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras de carne suína foram 17,6% maior em 2017, em comparação aos primeiros nove meses de 2016. As vendas realizadas de janeiro a setembro totalizaram US$ 1,248 bilhão. No mesmo período do ano passado, foram obtidos US$ 1,061 bilhão.

Segundo a ABPA, os volumes embarcados de janeiro a setembro chegaram a 530,8 mil toneladas, número 3,8% menor que o obtido no ano anterior, com 551,9 mil toneladas.

Principal importadora de carne suína do Brasil, a Rússia foi destino de 210,3 mil toneladas de janeiro a setembro, desempenho 11,7% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. Em segundo lugar, Hong Kong importou 112,2 mil toneladas, volume 10,8% inferior em relação ao ano passado (125,9 mil toneladas).

Dentre os importadores das Américas, a Argentina foi o destino de 23,5 mil toneladas, volume 48,7% maior que o registrado no ano anterior (15,8 mil toneladas). Para Angola, maior importadora entre os países da África, foram embarcadas 23,2 mil toneladas, volume 14% superior a 2016.

O documento traz também que a carne suína com osso, cujo mercado foi recém-aberto para as exportações de estados livres de aftosa com vacinação, teve como destaque Singapura, que registrou um aumento de 2,3% nas importações em 2017, com um volume de 24,9 mil toneladas.

*Com informações da assessoria da ABPA