SP e MG fecham safra 2016/2017 de laranja em 245,31 milhões de caixas

Volume é 18% menor em relação à safra anterior, de acordo com o Fundecitrus

Redação*

laranjaA safra 2016/2017 de laranja no parque citrícola de São Paulo e Minas Gerais fechou em 245,31 milhões de caixas, de 40,8 Kg cada. O volume é 18% menor do que a anterior. Os dados são do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

De acordo com o levantamento, nesta safra foram colhidas 48,31 milhões de caixas das variedades Hamlin, Westin e Rubi; 13,62 milhões de caixas das variedades Valência Americana, Valência Argentina, Seleta e Pineapple; 74,17 milhões de caixas da variedade Pera Rio; 80,14 milhões de caixas das variedades Valência e Valência Folha Murcha; 29,07 milhões de caixas da variedade Natal. Da produção estimada cerca de 9,56 milhões de caixas foram produzidas no Triângulo Mineiro.

Segundo o Fundecitrus, a queda de frutos ficou abaixo do esperado devido, principalmente, à colheita que foi mais rápida neste ano. A quantidade de frutos por caixa foi alterada devido ao ganho de peso das laranjas sendo necessários 26 frutos a menos do que na estimativa inicial para compor uma caixa de 40,8 Kg. O crescimento dos frutos foi provocado pelo baixo número de laranjas por árvore.

Para ter acesso ao relatório completo, clique aqui.

*Com informações do Fundecitrus

Fundecitrus estima 244,20 milhões de caixas de laranja

Valor representa queda de quase 2% em relação à previsão publicada em setembro

Redação*

laranjaA safra de laranja 2016/2017 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro foi reestimada em 244,20 milhões de caixas de 40,8 Kg. O dado é do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). O valor representa uma redução de 1,9% em relação à reestimativa publicada em setembro, de 249,04 milhões de caixas e 0,6% comparado à estimativa inicial publicada em maio, que foi de 245,74 milhões de caixas.

De acordo com o Fundecitrus, a revisão para uma safra menor deve-se à adequação do fator de correção, que calcula os desvios de safra. Nesta última estimativa levou-se em consideração o manejo de HLB, que vem alterando a configuração dos pomares com a eliminação de árvores doentes e substituição por mudas sadias. Isto resultou na formação de subconjuntos de plantas mais novas com produtividade menor do que as do plantio original em um mesmo talhão. O impacto desses subconjuntos é significativo na safra atual que teve baixa produtividade, já que as plantas mais jovens tiveram menor pegamento dos frutos.

A taxa média de queda de frutos é de 13,73%, mantendo o valor abaixo do esperado inicialmente para a safra. Segundo o coordenador da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES), Vinícius Trombim, o ritmo mais acelerado da colheita explica a diminuição da queda de frutos. “Até novembro, com base nos talhões monitorados pelo Fundecitrus, estima-se que 81% da produção tenham sido colhidos. Neste mesmo período no ano passado, o número era de 72%”.

*Com informações do Fundecitrus

Safra da laranja é reestimada para cima

Produção deverá ser de 249,04 milhões de caixas e as chuvas maiores que as esperadas são as responsáveis pelo aumento de 1,3%

Redação*

laranjasO Fundo de Defesa da Citricultura – Fundecitrus, em cooperação com Markestrat, FEA-RP/USP e FCAV/Unesp, reestimaram a safra de laranja 2016/17 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro em 249,04 milhões de caixas, de 40,8 kg cada, número 1,3% superior à primeira estimativa, de maio/2016, que era de 245,74 milhões de caixas.

De acordo com o relatório do Fundecitrus, o aumento é em decorrência do crescimento do tamanho dos frutos, causado pela grande incidência de chuvas nos meses de maio a agosto. A pluviometria acumulada nessesmeses foi de 279 milímetros, em média, nas regiões produtoras, 102% maior do que a prevista. Ao contrário do período seco esperado, a chuva, nesse início de safra, se manteve acima da média histórica, condição que vem ocorrendo desde a safra passada.

As águas em maior volume, juntamente com o baixo número de frutos na árvore, contribuíram para o crescimento dos frutos acima da expectativa inicial. Devido a esse ganho de peso da laranja, passa-se a demandar menos frutos para atingir o peso equivalente a uma caixa de 40,8 kg, e, por consequência, um pequeno aumento da produção estimada.

O efeito é maior nas variedades precoces em função da precipitação ter coincidido com o período de colheita dessas variedades, que está quase no fim. Nas variedades Hamlin, Westin e Rubi, o tamanho dos frutos é revisado em 255 frutos/caixa, quando na estimativa de maio/2016 projetavam-se 275 frutos/caixa. As outras laranjas precoces foram reestimadas em 237 frutos/caixa (oito frutos a menos do que na estimativa inicial).

Na variedade Pera Rio, que é de meia estação, também foi observado um aumento de peso, que tem condições de se sustentar nos próximos meses, pois os solos estão úmidos e se aproximam as chuvas da primavera. A partir da pesquisa de monitoramento de talhões, estima-se que apenas 37% da produção dessa variedade tenha sido colhida, portanto, o tamanho reestimado em 245 frutos/caixa poderá ser novamente revisado até o fechamento da safra.

A taxa de queda de frutos foi reestimada em 14,86%, ligeiramente abaixo do previsto inicialmente: 15%.

* com informações do Fundecitrus.