Normas para produção de mudas de oliveira são apresentadas no Mapa

Registro de agrotóxicos para a cultura também foi discutido por Comissão

Redação*

oliveira_AiuruocaCerca de 30 técnicos e produtores dos estados do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais e de São Paulo participaram nesta semana (2), em Brasília/DF, de uma reunião da Comissão Permanente da Olivicultura Brasileira, para discutir o estabelecimento de padrões para produção de mudas de oliveiras e o registro de agrotóxicos para a cultura.

Uma proposta de normatização de padrões de produção de mudas de oliveira, validada pela Comissão Estadual de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul, foi apresentada durante a reunião e agora será analisada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Foi encaminhada também ao Ministério uma relação de produtos para controle fitossanitário do plantio de oliveiras.

Foram debatidas ainda normas de produção integrada para a cultura, da importação e liberação de material genético de oliveiras; dos recursos genéticos e bancos de germoplasma e da vigilância fitossanitária.

Olivicultura no Brasil

O cultivo de oliveira é recente no Brasil. O País tem cerca de 200 produtores, que plantam em uma área de aproximadamente de 4 mil hectares. Neste ano, o setor produziu 97 mil litros de azeite, a partir de 950 toneladas de azeitonas. A projeção é de que a produção chegue a 200 mil litros o ano que vem.

Hoje, o Brasil tem cerca de 40 marcas nacionais de azeite de oliva.

*Com informações do Mapa

 

Governo federal define regras para a pesca da tainha

Normas são referentes à temporada de 2017 nas regiões Sul e Sudeste do Brasil

Redação*

1168584_435241791-300x225O governo federal definiu normas para a captura da tainha no Sul e no Sudeste do país. A medida contribuirá para a adequação dos esforços de pesca da tainha com o objetivo de respeitar a capacidade de renovação dos estoques, considerados abaixo da condição mínima para o repovoamento natural por conta da sobrepesca.

Assinada pelos Ministérios do Meio Ambiente (MMA), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a portaria visa a recuperação da espécie e a consequente melhoria da atividade pesqueira. As regras atualizadas permitirão a exploração sustentável da tainha, com normas próprias para a pesca artesanal e industrial. As medidas seguem o Plano de Gestão da espécie, aprovado em 2015.

A temporada anual foi estabelecida de acordo com as especificidades da atividade. Para verificar o cronograma referente a cada modalidade, clique aqui.

*Com informações do Ministério do Meio Ambiente