Governo federal define regras para a pesca da tainha

Normas são referentes à temporada de 2017 nas regiões Sul e Sudeste do Brasil

Redação*

1168584_435241791-300x225O governo federal definiu normas para a captura da tainha no Sul e no Sudeste do país. A medida contribuirá para a adequação dos esforços de pesca da tainha com o objetivo de respeitar a capacidade de renovação dos estoques, considerados abaixo da condição mínima para o repovoamento natural por conta da sobrepesca.

Assinada pelos Ministérios do Meio Ambiente (MMA), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a portaria visa a recuperação da espécie e a consequente melhoria da atividade pesqueira. As regras atualizadas permitirão a exploração sustentável da tainha, com normas próprias para a pesca artesanal e industrial. As medidas seguem o Plano de Gestão da espécie, aprovado em 2015.

A temporada anual foi estabelecida de acordo com as especificidades da atividade. Para verificar o cronograma referente a cada modalidade, clique aqui.

*Com informações do Ministério do Meio Ambiente

Pesca e aquicultura no Brasil devem crescer 104% até 2025

Estimativa da FAO aponta investimentos feitos no setor nos últimos anos como causa do crescimento

Redação*

1168584_435241791-300x225Relatório publicado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) na última semana (7), “Estado Mundial da Pesca e Aquicultura 2016”, estima que o Brasil deve alcançar um crescimento de 104% na produção de pesca e aquicultura em 2025. Segundo o documento, este crescimento deve-se aos investimentos feitos no setor nos últimos anos.

“A FAO acompanha de perto o crescimento do setor pesqueiro no Brasil. As políticas públicas criadas especificamente para o setor e os investimentos comprovam que o país pode ser também uma potência importante na pesca e aquicultura. Sabemos que a demanda por esses produtos tende a crescer e por isso é necessário que os países invistam cada vez mais nessa área como vem ocorrendo no Brasil”, disse em nota divulgada pela FAO, Alan Bojanic, representante da FAO no Brasil.

Ainda segundo o documento, a América Latina e o Caribe vão apresentar uma expansão importante na produção aquícola que pode chegar a 3,7 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 39,9% em relação a 2013-15, período em que foram produzidas em média 2,7 milhões de toneladas.

De acordo com a FAO, a pesca não deve crescer muito nos próximos anos e a produção total de peixes nesta região deve registrar 16,2 milhões de toneladas em 2025, 12,6% a mais que o nível alcançado em 2013-15.

Para estimular o consumo

A FAO está incentivando programas de compras públicas de peixe para abastecer os programas de alimentação escolar na América Latina e no Caribe.

No México, parlamentares estão debatendo atualmente um projeto de lei para incorporar esses produtos na alimentação escolar do país. Iniciativas parecidas também estão sendo desenvolvidas no Paraguai e na Guatemala. Outras ações similares devem acontecer também em Belize, Costa Rica, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Panamá.

*Com informações da FAO

Mapa autoriza pesca da tainha para 40 embarcações

As empresas que receberam permissão são das regiões Sul e Sudeste

Redação*

tainhaO Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deferiu o pedido de 40 embarcações industriais para a pesca da tainha nas regiões Sul e Sudeste. A relação dos barcos autorizados foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira (14).

Em 9/6, o Mapa havia indeferido o pedido de concessão de licença para 50 barcos, com base na análise das pescarias realizadas no período que vai de 1º de junho a 31 de julho de 2015, que identificou a atividade em área proibida.

“Só depois de um mutirão de análise nestes últimos dias é que as 40 empresas receberam a permissão para a pesca da tainha”, explicou em nota, Aline Fagundes, secretária substituta de Pesca e Aquicultura.

Aqui a lista das empresas autorizadas para a pesca da tainha.

*Com informações do Mapa