Gasolina tem reajuste de 0,5% e diesel de 2,5%, nas refinarias

Novos preços passam a valer a partir de hoje

Redação*

Abastecimento-Etanol_0006-300x225O preço da gasolina nas refinarias terá aumento de 0,5% e do diesel, de 2,5%. Os reajustes, que valem a partir de hoje (31), foram decididos pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobrás.

Em nota, a estatal informou que ao longo de agosto, a área técnica da companhia realizou ajustes acumulados com altas de 3,4% na gasolina e de 2,2%, no diesel.

De acordo com a Petrobrás, os ajustes realizados dentro da nova política de preços, anunciada em junho, têm sido suficientes para garantir o equilíbrio dos valores praticados pela empresa com a volatilidade dos mercados de derivados e ao câmbio.

*Com informações da Agência Brasil

Frutas e legumes têm queda de 4,57% em São Paulo em janeiro

Previsão da Ceagesp é de que haja alta para fevereiro, no entanto

Redação*

00729De acordo com o Índice Ceagesp, hortifrutigranjeiros comercializados em São Paulo pela Companhia ficaram, em média, 4,57% mais baratos do que em dezembro. No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa indica retração de 3,92%. A previsão da Ceagesp para fevereiro, porém, é de alta, já que as chuvas mais concentradas no fim de janeiro afetaram as plantações de verduras e legumes.

Segundo Flávio Godas, economista da Ceagesp, “essa elevação prevista é uma situação absolutamente normal para o verão, que se caracteriza pelo excesso de chuvas e altas temperaturas, conjunto extremamente prejudicial para a produção de hortaliças”, disse em nota.

O levantamento ainda mostra que no início de janeiro, as cotações de diversos produtos recuaram abaixo do custo de produção e, diante da queda, vários produtores rurais optaram pelo descarte ainda na lavoura. Entre os produtos estão tomate, batata e verduras.

O índice de janeiro foi influenciado pelo setor de frutas, com recuo de 8,15%. Ainda segundo a Ceagesp, as cotações em queda destes produtos são normais em janeiro na comparação com dezembro quando a demanda maior por conta das festas de fim de ano pressiona os preços.

Os produtos que mais tiveram redução de preço foram Limão taiti (-57,1%), abacate (-50,2%), carambola (-36,8%), mamão formosa (-33,7%) e uva niagara (-26,8%). Em sentido oposto, houve alta do coco verde (47,3%), abacaxi pérola (17,6%) e maracujá azedo (13,6%).

No setor de legumes, os valores tiveram diminuição de 4,43% com destaque para o pimentão amarelo (-46%), pimentão vermelho (-38,7%), mandioquinha (-27,4%), tomate (-21,2%) e batata doce rosada (-15,8). No mesmo período, subiram – chuchu (60,3%), berinjela (38,8%), pepino comum (31,1%), abobrinha brasileira (22,2%) e abobrinha italiana (16,5%).

*Com informações da Agência Brasil

Frutas e verduras têm queda na maioria das centrais de abastecimento do País em 2016

De acordo com boletim Prohort, redução foi de 3,35% em relação a 2015

Redação*

00729Dados do último boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) apontam que preços de frutas e verduras caíram na maioria das centrais de abastecimento do País.

De acordo com o documento, preço das hortaliças, batata, tomate e alface continuam em baixa e menores em relação ao mesmo período de 2015. As hortaliças que apresentaram alta nas cotações em praticamente todos os mercados foram a cebola e a cenoura.

Entre as frutas, o grande destaque de queda de preços no período foi o mamão, que teve aumento da oferta em vários mercados e pouca demanda, por conta das festas de fim de ano e da maior procura por outras frutas tradicionais desta época.

Banana e laranja apresentaram tendência de alta de preços em grande parte dos mercados. A laranja continua escassa nos entrepostos atacadistas. Já a melancia apresentou aumento de oferta em todos os mercados em relação ao período anterior, com preços ainda sem uma tendência definida.

Outros produtos que apresentaram queda nas cotações foram abóbora (4%), couve-flor (12%), moranga e mandioquinha (18%), quiabo (22%), berinjela (24%), jiló (26%), batata-doce (28%) e espinafre (42%). Para frutas, os destaques foram goiaba (7%), melão (14%), uva (21%), manga (22%), caqui e tangerina (24%), pêssego (29%), limão (31%), ameixa (45%), amora (58%) e nectarina (63%).

Segundo o relatório, a consolidação desses números evidencia uma redução de 3,35% no volume comercializado em relação a 2015, e um aumento de 14,63% no valor total nesse segmento da comercialização de produtos in natura, explicado por fatores climáticos e econômicos.

*Com informações do Mapa