Valor Bruto da Produção Agropecuária é atualizado para R$ 535,4 bilhões

Montante é 4,5% acima do obtido em 2016

Redação*

Aprosoja-JM-lowres-300x199De acordo com a Secretaria de Política Agrícola (SPA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2017 deverá ser de R$ 535,4 bilhões, volume 4,5% acima do obtido em 2016. A estimativa traz ainda que o resultado das lavouras, deste montante, é de R$ 367,9 bilhões e o da pecuária, de R$ 167,5 bilhões. O crescimento do valor real das lavouras é de 10,2%, enquanto o da pecuária apresenta um recuo de 6,3%.

Da lista de produtos que têm apresentado resultados mais favoráveis, destacam-se o algodão, com aumento de 75,6%, cana-de-açúcar (46,4%), laranja (25,2%), milho (19,3%) e soja (2,3%). O valor da produção de soja, de R$ 115,6 bilhões, corresponde a 31,4% do VBP total. Já dos produtos que vêm apresentando desempenho menos favorável, destacam-se banana, batata-inglesa, cacau, cebola, feijão e maçã.

Na pecuária, suínos e leite, que têm se beneficiado de aumento de preços ao produtor, são os principais destaques. Carne bovina, de frango e ovos têm tido retração de preços, o que deve gerar menor faturamento dessas atividades.

Os estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás e Bahia representam juntos 70,5% do VBP neste ano.

*Com informações do Mapa

Valor bruto de produção é estimado em R$ 536 bilhões

Montante representa um aumento de 4,3% em relação ao ano passado

Redação*

algodaochapadao-300x200Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estimou nesta quinta-feira (13) o valor bruto da produção (VBP) em R$ 536 bilhões. O montante é 4,3% maior do que o alcançado no ano passado.

De acordo com a SPA, as 20 principais lavouras apresentam aumento real de 9,8% e a pecuária, um recuo de 6%. O valor das lavouras é de R$ 367,6 bilhões. Milho e soja representam 44,7% do valor das lavouras. A pecuária é estimada em R$ 168,4 bilhões. O aspecto mais relevante no resultado deste ano é o ganho de produtividade, cujo aumento médio é de 22,3%.

Os resultados mais relevantes são os do algodão (17,1%), arroz (18,8%), feijão (21,7%), milho (32,1%) e da soja (17,1%). O feijão de segunda safra teve acréscimo de 27,2% e o milho de segunda safra, de 43,4%.

Os dados de VBP regional mostram São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os estados com maior nível de faturamento, representando 54,7% do VBP total. As regiões Sul e Centro-Oeste são responsáveis pela maior parte do valor bruto, seguidas pelo Sudeste, Nordeste e Norte. Os resultados favoráveis deste ano possibilitaram a recuperação de alguns estados como Piauí, Bahia e Maranhão que no ano passado tiveram fortes perdas econômicas por problemas de seca especialmente.

*Com informações do Mapa

Valor Bruto da Produção Agropecuária é estimado em R$ 544,9 bilhões

Montante é 4,4% superior ao valor do mesmo período do ano passado

Redação*

stock_exchangeSecretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta semana (16) estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), com informações em abril – R$ 544,9 bilhões. O montante é 4,4% superior ao valor do mesmo período do ano passado. De acordo com a SPA, o montante das lavouras obteve um crescimento de 10,2% e da pecuária, uma redução de 6,3%.

“A principal fonte de crescimento do VBP neste ano é a safra esperada de 233 milhões de toneladas de grãos, segundo o IBGE, e de 232 milhões de toneladas, estimada pela Conab. Outro ponto importante a observar são os ganhos de produtividade das lavouras estimados em 21,6% em relação a 2016, para a safra de verão, e de 20,2% para as de inverno”, disse em nota, José Garcia Gasques, coordenador-geral de Estudos e Análises.

Um grupo considerável de produtos tem apresentado aumento no faturamento em relação a 2016. Destacam-se o algodão herbáceo (70,6%), amendoim (28,7%), arroz (10,6%), cana-de-açúcar (51,8%), laranja (20,6%), mandioca (82,4%), milho (20,8%) e uva (38,6%).

Na pecuária, destacam-se os resultados na carne suína (10,2%) e no leite (2,4%). Desempenho desfavorável pode ser observado na banana (-17,1%), batata-inglesa (-61,2%), cacau (-15,4%), café (-10,5%), cebola (-44,8%), feijão (-21%), mamona (-45,3%) e trigo (-36%).

*Com informações do Mapa