Índice CEAGESP registra queda de 4,32% no acumulado de 2017

Frutas e diversos apresentaram reduções expressivas de preços ao longo do ano

Redação*

De acordo com divulgação do CEAGESP, 2017 foi favorável para o setor de abastecimento de hortifrutícolas, ajudado pelo clima e pela recuperação da economia. Com juros mais baixos, o setor, no geral, conseguiu se recuperar das dificuldades enfrentadas em 2016, aumentando os investimentos e o volume ofertado. Com mais produtos no mercado, os preços dos mais de 150 produtos acompanhados pelo índice CEAGESP encerraram o ano em queda.

Frutas e diversos registraram reduções expressivas nos preços ao longo do ano. Verduras e pescados fecharam o ano com elevação dos preços praticados.

EVOLUCAO INDICE 2017

Ainda segundo o índice, as principais altas foram, nas frutas, limão taiti (156,4%), mamão havaí (59,5%) e mamão formosa (24,8%). Legumes – pimentão verde (63,8%), abóbora seca (52,4%), tomate maduro (42,6%), tomate salada (32,6%) e cenoura (26,5%). Verduras – escarola (53,5%), repolho (32,7%), alface crespa hidropônica (18,3%) e acelga (15%). Diversos – batata beneficiada lisa (48,8%), coco seco (23%) e cebola nacional (17,4%). Pescados – tainha (62%), sardinha congelada (51,2%) e pintado cativeiro (12,9%).

CEAGESP divulgou também que as frequentes chuvas e as altas temperaturas que comumente ocorrem no primeiro trimestre de cada ano podem provocar situações altamente prejudiciais para a produção de hortaliças, notadamente as mais sensíveis. Portanto, legumes e verduras devem apresentar problemas na qualidade e diminuição do volume ofertado no início de 2018. Em contrapartida, a maioria das frutas devem registrar boa oferta e preços reduzidos em relação ao ano passado.

O Índice CEAGESP é um indicador de variação de preços no atacado de frutas, legumes, verduras, pescado e diversos.

*com informações do CEAGESP

 

Preços de hortifrutigranjeiros sobem 4,88% em setembro

Dado é da Ceagesp; alta foi influenciada pela estiagem prolongada

Redação*

00729Os preços dos produtos hortifrutigranjeiros comercializados pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) subiram, em média, 4,88% em setembro. Esta foi a segunda maior alta do ano, influenciada pela estiagem prolongada, que afetou principalmente as frutas. Até agora, o maior aumento este ano tinha sido registrado em fevereiro (5,78%), quando as cotações sofreram o impacto do excesso de chuva nas lavouras.

Apesar da alta de setembro, no acumulado do ano, o índice ainda aponta leve recuo, de 0,76% em relação ao mesmo período de 2016. Já nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 0,11%.

De acordo com a Ceagesp, os preços das frutas aumentaram, em média, 7,9%, com destaque para a carambola (57,6%), o kiwi estrangeiro (55,5%), o mamão formosa (49,5%), o limão taiti (37,5%), o maracujá azedo (31,5%) e o maracujá doce (21,8%).

Também foi registrada alta no setor de pescados (6,1%). Os legumes apresentaram queda de 1,11%, as verduras de 5,09% e no setor de diversos, que inclui cebola, alho e batata comum, entre outros.

*Com informações da Agência Brasil

 

Frutas e verduras têm queda na maioria das centrais de abastecimento do País em 2016

De acordo com boletim Prohort, redução foi de 3,35% em relação a 2015

Redação*

00729Dados do último boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) apontam que preços de frutas e verduras caíram na maioria das centrais de abastecimento do País.

De acordo com o documento, preço das hortaliças, batata, tomate e alface continuam em baixa e menores em relação ao mesmo período de 2015. As hortaliças que apresentaram alta nas cotações em praticamente todos os mercados foram a cebola e a cenoura.

Entre as frutas, o grande destaque de queda de preços no período foi o mamão, que teve aumento da oferta em vários mercados e pouca demanda, por conta das festas de fim de ano e da maior procura por outras frutas tradicionais desta época.

Banana e laranja apresentaram tendência de alta de preços em grande parte dos mercados. A laranja continua escassa nos entrepostos atacadistas. Já a melancia apresentou aumento de oferta em todos os mercados em relação ao período anterior, com preços ainda sem uma tendência definida.

Outros produtos que apresentaram queda nas cotações foram abóbora (4%), couve-flor (12%), moranga e mandioquinha (18%), quiabo (22%), berinjela (24%), jiló (26%), batata-doce (28%) e espinafre (42%). Para frutas, os destaques foram goiaba (7%), melão (14%), uva (21%), manga (22%), caqui e tangerina (24%), pêssego (29%), limão (31%), ameixa (45%), amora (58%) e nectarina (63%).

Segundo o relatório, a consolidação desses números evidencia uma redução de 3,35% no volume comercializado em relação a 2015, e um aumento de 14,63% no valor total nesse segmento da comercialização de produtos in natura, explicado por fatores climáticos e econômicos.

*Com informações do Mapa